NUNCA ME DEIXE, NEM QUANDO EU PEDIR PRA DEIXAR.
Séria bom poder ouvir sua voz.
Foi estranho, vi todos os meus desejos numa pessoa só
Você dormiu com o celular embaixo do travesseiro. Porque até uma ligação dela bêbada, de madrugada, te querendo como última opção, pode ser melhor que esse silêncio.
Nossas brigas são tão ridículas, tão bregas, tão nada a ver quanto essas propagandas da TV. As vezes eu gosto de ver TV, as vezes eu gosto de você. Ta aí, gosto do ridículo.
Me liga, manda um sms, ou até mesmo uma indireta em qualquer rede social, mas me diz o que sente, diz que ainda pensa na gente.
Eu ia dizer que lembrei de você. Mas acho que, tecnicamente, para lembrar é preciso antes ter esquecido.
O poeta não chora. O poeta ora, derrama lágrimas em letras, tristezas em versos, lamúrias em árias, vertentes de águas em palavras de mágoa… O poeta não chora, soluça em hiatos e ditongos, seus prantos são cantos, sua dor estribilhos, prismas de sílabas e irmas. O poeta mente, sente o que não consente, descontente em sentimentos, mas contente em seus lamentos. O poeta é um falsário, não disfarça a sua dor, mas fala em tom de farsa. O poeta comove, e se revela quando se esconde. O poeta ora, o leitor é quem chora.
O poeta não chora. O poeta ora, derrama lágrimas em letras, tristezas em versos, lamúrias em árias, vertentes de águas em palavras de mágoa… O poeta não chora, soluça em hiatos e ditongos, seus prantos são cantos, sua dor estribilhos, prismas de sílabas e irmas. O poeta mente, sente o que não consente, descontente em sentimentos, mas contente em seus lamentos. O poeta é um falsário, não disfarça a sua dor, mas fala em tom de farsa. O poeta comove, e se revela quando se esconde. O poeta ora, o leitor é quem chora.
Estou sempre precisando de consolo, costumo me sentir fraca e com frequência deixo de atender às minhas expectativas. Sei disso, e todos os dias resolvo ser melhor.
Ela era só. Sentava-se sozinha na sala, não falava com muita gente, gostava do silêncio. Em casa, girava a chave do banheiro e chorava baixo, porque queria que mudasse. E conseguiu. Fez amigos. Agora conversava até demais. Se alegrou, tinha sorrisos fáceis. Então viu seus amigos fazerem coisas más com lágrimas e lâminas. E aprendeu a não se apegar tanto assim. Mudou de sala. Voltou a sentar-se sozinha e não falar com muita gente. Às vezes, não é bom se entregar por inteiro. - Larissa Leão.